domingo, 15 de maio de 2011

Em Tabuazeiro, Vitória-ES. homem foi atingido por disparos de arma de fogo e morreu no local Rua José Machado-proximo a Creche Jaciel Alves Fraga.


Em Tabuazeiro, Vitória, um homem foi atingido por disparos de arma de fogo e morreu no local. O crime ocorreu no interior de uma residência situada à Rua José Machado, nas proximidades da Creche Jaciel Alves Fraga. Ainda não há informações sobre a autoria e a motivação do crime.

Tabuazeiro - Traficantes invadiram a casa de Júlio Cézar Machado, 38, e o mataram com quatro tiros, por volta das 4h30 de ontem, em Tabuazeiro-Vitória-ES- Hipótese motivação por divida drogas.

15/03/2011TabuazeiroHomem é morto a tiros dentro de casa
Traficantes invadiram a casa de Júlio Cézar Machado, 38, e o mataram com quatro tiros, por volta das 4h30 de ontem, em Tabuazeiro, Vitória. A morte teria sido motivada por dívida de drogas. O corpo de Júlio Cezar foi encontrado em cima da cama pela polícia. Segundo investigadores da Divisão de Homícidios e Proteção à Pessoa (DHPP), próximo da cama havia cachimbos para uso de crack.
Extraído do site: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/03/noticias/a_gazeta/dia_a_dia/797817-vitoria-aposentada-diz-ser-agredida-pela-filha.html

No bairro Tabuazeiro, em Vitória, P.E.J., 20 anos, fugitivo da Casa de Detenção de Vila Velha, foi preso. Por fim, em São Cristóvão

10/06/2010 16:35 | Polícia Civil

Polícia Civil prende sete pessoas envolvidas com tráfico de drogas em Serra

Nesta quinta-feira (10), sete pessoas foram detidas durante uma operação da Delegacia de Crimes Contra a Vida (DCCV) de Serra para cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão. Na operação Intervenção Qualificada, estiveram envolvidos 20 policiais civis que percorreram os bairros Feu Rosa, Vila Nova de Colares, Barcelona, Jacaraípe, Planalto Serrano, Cristovão Colombo e Tabuazeiro.

Na Serra, no bairro Barcelona, foi preso C.A.J.S., 30 anos, e em Feu Rosa, no mesmo município, S.N.F., 28 anos, foi detido. Ambos são acusados de participação em homicídios. No bairro Tabuazeiro, em Vitória, P.E.J., 20 anos, fugitivo da Casa de Detenção de Vila Velha, foi preso. Por fim, em São Cristóvão, Vila Velha, os policiais ainda capturaram G.T., 25 anos, foragido da Penitenciária Agrícola do Espírito Santo e suspeito de participação em assassinatos.

De acordo com o titular da unidade, delegado Josafá da Silva, além dos cumprimentos de mandados, outras três pessoas suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas também foram detidas no bairro Feu Rosa. Eles também são suspeitos de integrarem uma quadrilha do bairro.


Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação/Polícia Civil
Carlaile Rodrigues / Renato Guimarães
(27) 3137-9024 – 9981-5203
carlaile.souza@pc.es.gov.br

Sonegação envolvendo padarias capixabas pode chegar a R$ 150 milhões, dentre elas Padaria Milano Tabuazeiro

Sonegação envolvendo padarias capixabas pode chegar a R$ 150 milhões

Fonte:
A investigação do MPES iniciou-se em dezembro de 2009 e teve como origem a ação administrativa da Secretaria de Fazenda e posterior medida cautelar requerida pelo Getpot.
Tamanho da fonte: Decrease font Enlarge font
{article.get_title}
O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), através do Grupo Especial de Trabalho de Proteção à Ordem Tributária (Getpot), deflagrou, nesta terça-feira (8), a Operação By Pass 2, em conjunto com a Secretaria de Fazenda (Sefaz-ES), Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) e Polícia Militar (PMES). A ação aconteceu em seis padarias do Estado e os prejuízos com a sonegação de impostos pode chegar a R$ 150 milhões.
Os estabelecimentos visitados pela fiscalização foram Monza de Jardim da Penha, Praia do Canto e Fradinhos; Monte Líbano da Praia do Canto; Arte Pão de Jardim Camburi; Milano de Tabuazeiro; e o supermercado Carol, de Viana.
Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária nos municípios de Vitória e Viana, e dois mandados de busca e apreensão em São Paulo e Ribeirão Preto, expedidos pela Vara Especial da Central de Inquéritos de Vitória. Um empresário investigado foi preso e levado para o Centro de Detenção Provisória de Viana.
O MPE vai aguardar avaliação da Sefaz para calcular o valor total dos prejuízos, mas existe uma previsão de ter um rombo de R$ 150 milhões. Segundo o órgão, entretanto, o prejuízo real é, neste momento, incalculável, vez que a Assistência Técnica responsável pela fraude tem como clientes cerca de 298 empresas, dos mais variados ramos, no Estado do Espírito Santo.
Esse trabalho resultou em buscas realizadas em uma grande rede de supermercados, onde foram detectados os equipamentos fraudados, que foram submetidos à perícia, que comprovou a fraude praticada.
Os investigados estão sendo notificados e comparecerão ao longo desta semana para prestar esclarecimentos ao Ministério Público. As penas previstas para os crimes investigados podem chegar, somadas, a mais de dez anos de prisão, sem prejuízo das penas cominadas aos crimes de sonegação fiscal, ainda em apuração pela Sefaz.
Serão realizados depoimentos com os donos dos estabelecimentos comerciais onde foram encontrados equipamentos adulterados, inclusive os investigados pela Operação By Pass, deflagrada em 2009.  O objetivo é identificar e desbaratar a organização criminosa responsável por fraudar os equipamentos e softwares. Segundo os promotores de Justiça do Getpot, o MPES aguarda a análise dos equipamentos apreendidos, para que, em posse dos laudos técnicos da Sefaz-ES, possa apurar desde quando os crimes de sonegação ocorriam e quanto foi desviado dos cofres públicos.
Referidas ações ocorreram nos meses de outubro e novembro de 2009, em virtude da Operação By Pass, que, sob a coordenação do GNCOC (Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas), em conjunto com as Secretarias de Fazenda de seis Estados, arrecadaram ECFs de diversos estabelecimentos comerciais em todo país. O nome da operação, “By Pass” significa “atalho” e é o termo técnico utilizado para descrever a fraude. Isso porque as informações de venda não ficam registradas na memória fiscal do ECF. Elas são conduzidas por um atalho (fio) que liga a impressora diretamente ao computador  da empresa.
 
As práticas ilegais consistem no desenvolvimento de um software e adulteração física de impressoras fiscais com o objetivo de possibilitar a impressão do cupom fiscal sem validade a ser entregue ao consumidor. Com isso, as respectivas operações não ficavam armazenadas na memória dos equipamentos, possibilitando o expediente conhecido como "caixa 2".
 
A fraude:  
A assistência técnica das empresas investigadas, com sede no Espírito Santo, se deslocavam até o comerciante interessado em adquirir a fraude, onde efetuavam a adulteração física e instalavam o software fraudulento.
A fraude era implementada com o rompimento de lacres, adulteração da placa lógica e do cabo de conexão ao computador, de forma furtiva, dando ao consumidor a aparência de regularidade da máquina e do cupom fiscal emitido.
O sistema permitia ao comerciante escolher o faturamento que desejava submeter à tributação, definindo aleatoriamente quais as vendas seriam ou não registradas no equipamento e posteriormente comunicadas à Sefaz

Prisão delegados Márcio Braga e Luiz Neves - Detalhes do inquérito revelam covardia de envolvidos

13 de maio de 2011

Detalhes do inquérito revelam covardia de envolvidos

Além de coação, vítimas sofriam torturas psicológicas
Por Redação Multimídia (redacao@eshoje.com.br).

A decisão do juiz da Vara de Inquéritos Criminais da Comarca de Vitória, Marcelo Menezes Loureiro descreve detalhes do esquema que envolvia a participação dos delegados Márcio Braga e Luiz Neves e outros cinco investigadores foram presos.

De acordo com a decisão judicial, as vítimas eram obrigadas a pagar valores em dinheiro para os acusados. "O depoente sofreu pressão psicológica, ameaças e uso de algemas a fim de que a liberdade dele fosse liberada em troca de pecúnia havendo inclusive ligação de um policial para um advogado para que os valores fossem negociados. Seriam R$ 25 mil com o fito de que não houvesse pedido de prisão temporária além da devolução dos objetos retidos na operação".

Além da coação, o juiz sustenta que as vítimas sofriam torturas psicológicas. "Abusividades físicas e psicológicas por eles sofridas toda de iniciativa do suspeitos. A saber relatos de agressão infundados, covardes, em regiões sensíveis do corpo humano, inserções anais, além de outras técnicas dolorosas. Não sendo isso bastante, o denunciante informa o 'inferno astral' vivenciado por toda sua família nos últimos meses, inclusive os civilmente incapazes menores de idade em razão de incontáveis ameaças que motivaram no suicídio do seu irmão em dezembro último".

O juiz Marcelo Loureiro chegou a comparar os atos praticados pelas autoridades envolvidas às torturas cometidas no período da ditadura militar. "Atrocidades ocorridas como as da ditadura militar e dos Estados Totalitários não podem mais ser admitidas na letra de lei. (...) Esse magistrado compreende que o Estado não pode se revestir de nenhum revanchismo quando da apuração de determinados crimes mormente exista clamor público para tanto, e que as circunstâncias delitivas denotem desrespeito do que se pretende de um cidadão reto e aos direitos e garantias fundamentais ainda mais quando se trata de agentes públicos revestidos de poder para proteger a sociedade isso porque, acima de tudo, vige com total eficácia o princípio da presunção da inocência em nosso ordenamento jurídico".

Ameaças tiveram início em agosto de 2010

Conforme mostra o texto da decisão judicial, as ameaças às vítimas tiveram início em agosto de 2010 após o denunciante estar cansado de pagar propina. "Cansado de pagar propinas aos policiais, relatou que procurou a Corregedoria de Polícia Civil sendo aconselhado a não mais pagar as quantias indevidas. Novamente se dirigiu à Divisão Patrimonial e lá sofreu coação para esclarecer os motivos para os quais estavam no órgão corregedor e, em ato contínuo, após se retirar percebeu que um policial o seguiu".

O texto também traz relatos do denunciante que afirma que o delegado Márcio Braga ficou com um dos relógios da vítima. O objeto também teria sido usado como pagamento de propina. "Além disso afirmou que após o pagamento da própria (propina) o denunciante se dirigira à delegacia para reaver seus pertences e os relógios, no entanto, o delegado Márcio Braga disse ser do seu gosto e que não iria lhe restituir".

De acordo com informações contidas na decisão judicial , o delegado Luiz Neves autorizou que policiais da Delegacia Patrimonial atirassem contra policiais do Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas (Nuroc), envolvidos nas investigações. "É espantoso o relato do denunciante de que o investigado delegado Luiz Neves determinou que seus subordinados abrissem fogo contra seus colegas membros do Nuroc. Desta feita tenho que a prisão de todos é meio essencial em razão do poder de intimidação e demonstração de que estão dispostos para fazer o que for preciso para manutenção do esquema fraudulento e violento", diz a decisão.

O prazo para conclusão do inquérito é de 30 dias. A pena pode chegar à exclusão dos delegados e investigadores dos quadros da Polícia Civil.

Delegados capixabas Márcio Braga (titular da delegacia) e Luiz Neves são presos por envolvimento de crimes de extorsão e furto

13 de maio de 2011
Prisão

Delegados capixabas são presos por envolvimento de crimes de extorsão e furto

Investigações apontam que os crimes praticados pelos delegados e outros cinco investigadores da Delegacia Patrimonial começaram em agosto do ano passado
Por Dóris Fernandes e Danieleh Coutinho (redacao@eshoje.com.br).

Uma operação da Corregedoria da Polícia Civil capixaba prendeu, na madrugada desta seexta-feira (13) dois delegados e outros cinco investigadores de polícia. Todos são da Divisão de Repressão aos Crimes Contra o Patrimônio (DRCCP). Foram presos os delegados Márcio Braga (titular da delegacia) e Luiz Neves. A prisão foi confirmada pelo corregedor-chefe da Polícia Civil, delegado Emerson Gonçalves Rocha.
Além deles, foram detidos os investigadores Davi Carvalho, Ilário Borges, Marcos Ermani, Fábio Malheiros e Alex Almeida. Todos são acusados de participação em crimes de extorsão, furto, abuso de autoridade, tortura, violação de domicilio, fraude processual e roubo.
A deníncia foi feita por Jonilson Ferreira Rodrigues, que estaria sendo vítima de extorsão por parte dos policiais desde agosto do ano passado. Segundo o corregedor, ele procurou o órgão em fevereiro deste ano, quando as investigações começaram. Rocha disse também que ao receber a denúncia ele pediu a ajuda do Nucleo de Repressão às Organizações Criminosas (Nuroc) da PCES e do Grupo Especial de Trabalho Investidativo (Geti) do Ministério Público Estadual (MPES). Por meio de sua assessoria o MPES acompanhou as investigações, mas vai começar a atuar a partir da prisão dos acusados.
"Um dos motivos da prisão foi o resultado de uma busca e apreensão na da casa do denunciante. À imprensa os policiais apresentaram o material recolhido, mas nos autos policiais havia muito mais do que foi apresentado", explicou o corregedor. Se todas as denuncias forem confirmadas é possivel que a PCES reveja a prisão de Jonilson Ferreira, em 1º de abril deste ano. Ele teria pagado mais de R$ 50 mil de extorção aos policiais acusados.
O delegado-chefe da Polícia Civil, Joel Lyrio Junior, aprisão dos delegados causa um grande constrangimento, mas a Justiça tem que ser feita, doa a quem doer. "Nós não queríamos estar numa coletiva divulgando a prisão de delegados. Mas é regra deste governo atuar com 'tolerância zero' a condutas de corrupção. Se necessário for vamos cortar na carne. E é o que estamos fazendo".
Lyrio disse ainda que, no processo há provas testemunhais, escutas telefônicas entre outras. E que o inquérito só deverá ocorrer em 10 a 20 dias. Por isso, as diligências continuarão e será possivel acontecer quebra de sigilos fiscal e telefônico. Marcio Braga e Luiz Neves têm mais de 20 anos na polícia.
Os mandados estão sendo cumpridos pela Delegacia de Crimes Funcionais. Os detidos estiveram presos numa sala da Corregedoria, mas forsam levados para o Distrito Policial de Vila Velha (DP Alfa 10). Ainda pela manhã a Corregedoria realizou mais buscas na Patriminoal onde foram encontradas uma televisão 42 polegadas e um fuzil 762, e, segundo Emerson Rocha, é possivel que sejam realizadas novas prisões. A pena prevista a esses delegados e policiais pode chegar à exclusão dos mesmos do quadro da Polícia Civil.
Segundo o texto da decisão do juiz Marcelo Menezes Loureiro, da Vara de Inquéritos Criminais de Vitória, que culminou com a prisão provisória dos acusados, a pessoa que denunciou os policiais à Corregedoria afirmou ter sido obrigada a pagar propina de R$ 25 mil por liberdade provisória, além de ter sofrido pressão psicológica e ter bens recolhidos, entre eles um veículo Mitsubishi.
No texto do juiz Marcelo Menezes, essa pessoa teria dito que seu irmão cometera suicídio em virtude das ameaças sofridas à família. De acordo com o magistrado, uma acusação contra o delegado Luiz Neves, que teria autorizado policiais da Divisão Patrimonial a atirarem contra seus colegas do Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas (Nuroc). "Atrocidades ocorridas como às da Ditadura Militar e dos estados autoritários não podem mais ser admitidas na letra da lei".

Delegado Geraldo Toledo Neto envolvido em esquema de veículos roubados no ES é preso em MG

27/04/2011 às 14h20

Delegado envolvido em esquema de veículos roubados no ES é preso em MG


TV Vitória

Foto: Reprodução TV Vitória
O delegado Geraldo Toledo Neto foi preso na tarde de terça-feira (26) em São Joaquim de Bicas, Minas Gerais, suspeito de participar de um esquema de veículos roubados que tinham a documentação liberada no Espíito Santo, Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Além dele, outros três policiais foram detidos acusados de participar da quadrilha.
Segundo a polícia, o grupo liberava a documentação de caminhões e motos roubados nos Detrans dos três estados e os revendia a preços muito abaixo do mercado. Ao todo o grupo teria movimentado mais de R$ 2 bilhões com a fraude.
O diretor geral do Detran-ES, João Felício Scardua, disse que o órgao já conhecia o esquema e que os indivíduos já foram desligados da entidade. Agora o Detran espera que outros suspeitos sejam descobertos pela polícia. " Foram 21 caminhões que tiveram a documentação liberada no ES sem que fossem feitas as vistorias. Nós identificamos nove deles em Venda Nova do Imigrante. O despachante credenciado Marcelo Alves Moreira, já foi descredenciado do sistema preventivamente.
Segundo Scardua, o procsso está sendo encaminhado nesta semana para a Polícia Civil e para o presidente do sindicato da categoria para que também seja desfiliado. "Espero que a polícia descubra os outros porque são 21 e nós só identificamos nove até agora", disse o diretor geral do Detran-ES.
http://www.folhavitoria.com.br/policia/noticia/2011/04/delegado-envolvido-em-esquema-de-veiculos-roubados-no-es-e-preso-em-mg.html